Preconceito é uma palavra forte. Eu sofri preconceito na escola quando era pequena (pequena? quando foi isso? rs). Levei muito tempo para superar, mas o sentimento de inferioridade ficou, se tornou o que eu chamaria de "auto preconceito" e, meus amigos, eu digo: é barra! Parecido com os desenhos animados: você no meio, o diabinho de um lado e o anjinho do outro (quem lembra dessa? rs). Fica uma voz falando que você não pode, que você não é capaz, que você isso..., que você aquilo... que nem vitrola quebrada.
Buscar ajuda para "desligar essa voz" é importante pois muitas vezes o botão de liga/desliga está tão escondido que a gente sozinha não encontra. E essa ajuda pode vir daquele amigo que não tem medo de ser um pouco mais sincero. Sabe a história do "no pain, no gain"? É bem por aí! A imparcialidade de um especialista também surte um efeito incrível.
O mais importante é fazer todo o possível para recuperar o brilho do olhar, a alegria de viver e deixar fluir as idéias, as vontades e tudo o mais que Deus quiser. Hoje a gente tem mais recursos: revistas, textos, sites e blogs na net. E foi no mundo virtual que eu conheci o VAE (blog sobre auto estima da minha "amiga" Gisela Rao) e agora, o MUSAS. Os textos e os insights ajudam muito, mas é preciso, também, assumir nossa parcela de culpa na história para enfim começar a dirigir nossas próprias vidas, dar-lhe uma nova direção. AJA!
A atitude de ficar bem depende, única e exclusivamente, de nós mesmas. Eu sempre gostei de escrever e queria fazer um blog... tentei 2 vezes até esta vez que, espero, seja a derradeira (rs). Começar um projeto e não leva-lo até o fim não é pecado, pecado é desistir definitivamente de uma idéia, deixar de recomeçar, retomar, refazer, transformar.
Como diria Gisela Rao (sempre ótima!): Para o alto e avante!
Até mais!

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